O Radioamadorismo que Queremos – Um Manifesto pelo Futuro

Não nego as facilidades da tecnologia, mas este é um texto livre de IA exceto pela imagem que o ilustra; portanto, pode conter erros humanos.

Em épocas de modificações legislativas e operacionais em torno do radioamadorismo, o surgimento de novas tecnologias, novos equipamentos e com isso novas formas de ver o radioamadorismo, precisamos de um QRX para pensar: qual o radioamadorismo que queremos? Sem um consenso da comunidade radioamadora é difícil até mesmo para as entidades reguladoras entenderem como podem se movimentar em direção a um norte. No Brasil, neste momento, muitos radioamadores estão até furiosos (e eu sou um deles) com as “novidades” para o radioamadorismo propostas – ou impostas “goela abaixo” – pela Anatel, em total desacordo com a realidade do mundo real dos radioamadores. Porém, quando aberto o debate por esse motivo, surgem os mais diversos grupos pensando diferentes formas de radioamadorismo. Se de um lado reclamam pelos poucos radioamadores que temos, outro lado, a reclamação é sobre os “apertadores de PTT” aqueles que não encontraram o gosto pelo rádio nas experimentações eletrônicas ou fabricação de antenas, mas se dedicam a outras coisas, como falar e coordenar rodadas, competir em concursos ou até as questões administrativas e políticas do rádio – sim elas existem – nossas instituições estão ai e precisam ser geridas.

Fato e consenso é que o radioamadorismo surgiu da experimentação, abriu o caminho para muitas tecnologias que utilizamos hoje e foi se transformando ao longo das décadas, sendo o mais adotado para a comunicação modal até a primeira década do século passado, era dos centelhadores, depois descobrindo as ondas curtas, embarcando nos novos transistores dos anos 60 embalados pelas rodadas nas repetidoras, chegando até o inicio de um grande conflito com a era da internet nos anos 2000 onde as coisas parecem estar se misturando.

Em números, a narrativa de que “os radioamadores estão desaparecendo” carece de fontes seguras de dados: No Brasil por exemplo, hoje, temos mais que o dobro de licenciados do que tínhamos nos anos 80 (Fonte: Anatel). Inegável também que os novos modos digitais, principalmente o FT8, é uma das portas de entrada do radioamadorismo, somando-se a isso, o que tínhamos até poucos anos atrás: Os rádios chineses, baratos e livres de taxa, que infelizmente hoje são taxados e ainda regulados por homologação.

Já quanto a dizer que os radioamadores de hoje são apertadores de PTT, em parte até pode ser real se visto da precariedade tecnológica de antigamente mais no estilo “quando eu cheguei aqui isso tudo era mato”, mas vem acompanhando uma série de evoluções da própria eletrônica que impossibilita a formação de indivíduos como era antigamente, tudo tornou-se muito mais longe para as pessoas comuns: os componentes que antes eram baratos e podiam ser soldados até por uma criança usando um simples ferro de solda e estanho, hoje são micros, nanos e requerem equipamentos específicos e técnica aprimorada para sua manutenção e montagem. Já não existem mais as lojas de eletrônica de antigamente (ahh que saudade da Eletrônica Shop, da Skina, da Eletrônica do Professor, da Revista Saber Eletrônica, do Instituto Universal Brasileiro), essas evoluções acabaram impossibilitando as experimentações como eram feitas antigamente – até um capacitor variável novo para fazer uma simples galena é difícil de encontrar hoje em dia. Com a chegada da computação e a transformação da eletrônica, tudo aquilo que fazíamos à “ferro e estanho” transformou no que conhecemos hoje pela “cultura maker”, ou DIYng (Do It Yourself), se os decanos se encantavam com válvulas enormes, hoje, a nova geração discute sobre microchips cada vez mais potentes, processadores, em Raspberry e Arduíno, e em softwares para atender as demandas que antigamente eram tratadas analogicamente.

Mas voltando um pouco antes da geração dos transistores, ali nasceram os primeiros empreendimentos comerciais dentro do radioamadorismo que também ajudaram a transformar a realidade do indivíduo radioamador. Os primeiros rádios japoneses foram lançados neste período, entre eles os das três marcas mais famosas que temos até hoje: A Trio Corporation – hoje Kenwood (1946), a Yaesu (1956) e a Icom (1964). Neste momento, os antigos construtores, que muitas vezes tinham que fabricar seus próprios componentes eletrônicos porque não havia lojas, passaram a serem mais operadores e menos técnicos e os rádios muito mais confiáveis e estáveis, proporcionando uma mudança no paradigma do radioamadorismo e impulsionando novas características e desafios em atividades que tinham outro caráter até então, como os próprios concursos. Com o choque geracional dos anos 2000, a coisa ficou ainda mais acentuada, transformando um transceptor muitas vezes em uma “caixa preta” e causando grande revolta para os antigos radioamadores que passaram maiores dificuldades para consertar seus próprios rádios ou até construí-los do zero (quem lembra do ararinha), daí surgiu a máxima de chama-los de “apertadores de PTT” – Mal sabem eles que a maioria usa headset! Então, no que pode-se entender olhando para a história, é de que o radioamadorismo foi se transformando e está em constante movimento, adaptando-se as novas realidades e ainda assim atraindo muitos novos adeptos ao longo dos anos.

Bom ou ruim, esse mesmo movimento pode ser observado em muitos outros mercados, como o da própria computação que hoje se mistura ao radioamadorismo, se não tivéssemos grandes visionários e empreendedores como Steve Jobs, por exemplo,  talvez ainda os computadores ou os celulares não estivessem em praticamente todas residências do mundo e, talvez, um pequeno grupo de “nerds” ainda discutiria sobre ISA, PCI, LPT, VLB, AT e outras coisas que ficaram nos anos 90, graças a popularização da tecnologia. Não é mais ou menos isso que a gente vê no radioamadorismo?

Então, se antes falávamos em comunicações praticamente impossíveis de serem realizadas, hoje temos cluster e fazemos bons DX com Europa e América do Norte com certa facilidade, principalmente em épocas de bom ciclo solar, o que acabou impulsionando a era das competições de radioamadores, que inegavelmente são um dos nichos de maior retenção de colegas no hobby e, que agora, pretendo neste artigo, sem querer me elevar ao status de um Jobs ou Gates, levar a uma profunda reflexão: pois estamos no ano de 2026 e ainda enviamos arquivos “cabrillo” para organizadores de contests, recém nossos rádios começaram a vir com conexão USB, então onde ficou o pioneirismo tecnológico dos radioamadores? Assim que novos mercados surgiram, não  conseguimos mais acompanhar eles e o mundo?

Para entrarmos mais profundamente neste assunto, pretendo fazer aqui um paralelo justamente com o mundo da computação, pois é onde tenho mais vivência além do radioamadorismo. Conheci os computadores na era do 486 e do recém lançado, o espetacular, o magnânimo, o cobiçadíssimo AMD K6. Ahhh o Windows 95, com Plus, que trazia o pacote Science para a área de trabalho, Leonardo Da Vinci, o labririnto como protetor de tela, Internet Explorer (volta que deu problema), entre outros. Comparando-se com a história do radioamadorismo, talvez eu estivesse entrando justamente nos anos 60 do rádio, quando tomou fôlego os novos lançamentos e os empreendimentos neste mercado. Vi nascer e crescer a internet, o protocolo HTTP, o HTML, o Javascript, vi linguagens de programação como o Clipper, o Cobol, o Clarion ( primeira linguagem a dar suporte a mouse nativo acredito eu), o Delphi, o PHP, ou seja, tecnologias que nasceram, desenvolveram e algumas delas morreram à medida que outras tecnologias foram surgindo e substituindo as anteriores. Já olhando para o radioamadorismo, quando retornei para o rádio em 2018, me pareceu que o mundo tinha parado nos anos 90, me deparei com um cenário com os radioamadores um tanto quanto apegados ao “que já se fazia”, aos protocolos estabelecidos há muitos anos, sem atualizações, sem incentivo para mudarem as formas e os meios, ou seja: tudo demorava – das licenças às competições. Voltando ao cabrillo, que ao meu ver é exemplo máximo da ineficiência qual nos colocamos, você competia, gerava um arquivo no software Windows, enviava seu log por e-mail, esperava uma correção prévia do formato, depois esperava o resultado provisório, depois esperava o resultado oficial, que culminava em quase chegar na data da próxima edição daquela competição, no outro ano, e isso estamos falando de 2018 quando já se falava em IA – Não de 1990. Não é exclusividade deste formato, há também o ADIF, formatos de troca de dados que só são utilizados no meio do radioamadorismo, portanto, sem suporte nativo em nenhuma linguagem de programação existente, em contrapartida a XML, JSON e tantos outros formatos que poderiam transformar a realidade do processamento de dados nas diversas aplicações de radioamadores em 100x mais rápidas, hipoteticamente. Foi pensando em transformar esta realidade que comecei o projeto HamPass, mas não é da plataforma que que quero falar hoje, é de algo muito maior.

De 1990 até hoje, paralelamente ao radioamadorismo, a computação deixou de ser um hobby de aficionados, de “nerds”, e passou a ser algo comum para qualquer pessoa, não porque todos conhecem o que é um “pente de memória” ou uma conexão VGA, mas porque um computador tornou-se quase um eletrodoméstico tal como um liquidificador ou um ar-condicionado, que você chama alguém para instalar, depois liga, aumenta ou reduz a temperatura e está tudo bem, você não precisa saber nada sobre o ciclo de compressão e a expansão de um fluido refrigerante, só liga e utiliza. Talvez, seja essa justamente a defesa que há de pensarmos agora, à ser feita para que tenhamos um crescimento do nosso hobby, tanto em números quanto em tecnologia, pois uma questão está intrinsicamente ligada a outra, sem possíveis clientes empresas não nascem, as que existem não inovam, não há motivação alguma. Quando falamos em troca de provas, novos meios de ingresso, é fundamental que antes levemos em conta o que queremos para o radioamadorismo, um hobby de poucos, aficionados, tecnicamente capazes, mas – repito – poucos? Vamos continuar a representar menos de 0,31% da população no melhor dos cenários (Japão). Ou defender uma nova perspectiva, onde há um átrio, onde o acesso é livre para todos e que por encontrarem-se motivados a melhorarem suas estações e poderem competir em outras bandas e modos passem a ingressar no grande templo da eletrônica e até, quem sabe, um dia a desenvolver novas tecnologias? A experiência histórica nos diz que a tecnicidade demasiada como pré-requisito nunca foi atrativa, até pelas questões das mudanças já supracitadas e ainda nos trouxe a um hobby do ostracismo à tecnologia, que foi o pior de todos os cenários, servindo como uma peneira, que somada a uma grande burocracia estatal, formam uma grande barreira de entrada para novos adeptos ao radioamadorismo.

Voltando ao mundo da computação, acessível a todos não pela forma que se constituem os circuitos, mas pela disposição qual a comunidade se organiza entre “gamers”, “devs”, criadores de conteúdo e muitas outras áreas, a tecnologia evoluiu drasticamente, já não temos mais “cabrillos” no mundo da computação, não são sequer tolerados pela própria cultura que envolveu esse setor. Hoje, o setor de TI é um grande gerador de mercados milionários a todo momento, eles são importantes não só pelo dinheiro objetivamente – que também é importante, pois gera emprego e renda – Mas também suscitam a criação de novos produtos com novas tecnologias e trazem desenvolvimento para a sociedade como um todo.

Eis a palavra chave de toda discussão: “geração de valores para a sociedade”. E vamos pensar: Quais bons valores o radioamadorismo contribui para a sociedade hoje? Estamos entregando inovação? Tecnologia? Na era da Starlink e de outros meios de comunicação, serão os rádios o “único meio que nunca falha?” ou até nisso já estamos defasados?

É tempo de pararmos e pensarmos: Qual o radioamadorismo que queremos, para depois interpelar, de forma correta e afirmativa nossas entidades reguladoras rumo a um norte corretamente orientado.

Script para normalizar contatos para o Office 365

Fiz esse script para juntar arquivos de contatos (*.csv) e deixar pronto para envio para o Office 365, ele corrige erros de codificação e também corrige o erro “Nome não está disponível”. Para executá-lo, salve em um arquivo script.php, baixe o PHP 8.3 e rode:

php -q script.php

<?php

$arquivoSaida = 'contatos_final_unificado.csv';
$primeiroArquivo = true;
$emailsProcessados = [];

$fpOut = fopen($arquivoSaida, 'w');

// BOM para Office 365
fprintf($fpOut, chr(0xEF).chr(0xBB).chr(0xBF));

$arquivos = glob("./*.csv");

function ultraFix($text) {
    if (empty($text)) return "";

    // 1. Dicionário de Prioridade (Trata primeiro os erros MAIS LONGOS)
    $map = [
        // Erros Triplos (ex: ACESSOCAR)
        'Ç' => 'Ç', 'ç' => 'ç', 'ã' => 'ã', 'õ' => 'õ',
        'á' => 'á', 'é' => 'é', 'í' => 'í', 'ó' => 'ó',
        'ú' => 'ú', 'â' => 'â', 'ê' => 'ê', 'ô' => 'ô',
        
        // Erros de codificação que você enviou por último (ex: Tradição)
        'çã' => 'ção', 'ç' => 'ç', 'ã' => 'ã', 'ó' => 'ó', 
        'é' => 'é', 'á' => 'á', 'í' => 'í', 'õ' => 'õ',
        'â' => 'â', 'ê' => 'ê', 'ô' => 'ô', 'ú' => 'ú',
        'Ç' => 'Ç', 'À' => 'À',
        
        // Padrões residuais de caracteres corrompidos por navegadores/sistemas
        'Ã?â?¡' => 'Ç', 'Ã?§' => 'ç', 'Ã?£' => 'ã'
    ];

    // Executa a substituição baseada no mapa acima
    $text = str_replace(array_keys($map), array_values($map), $text);
    
    // 2. Tenta uma conversão final caso ainda existam bytes de ISO-8859-1 escondidos
    // Mas apenas se ainda houver o caractere 'Ã' seguido de algo, indicando erro
    if (strpos($text, 'Ã') !== false) {
        $attempt = @mb_convert_encoding($text, 'UTF-8', 'ISO-8859-1');
        if (mb_check_encoding($attempt, 'UTF-8')) {
            $text = $attempt;
        }
    }

    return trim(preg_replace('/[\x00-\x08\x0B\x0C\x0E-\x1F\x7F]/', '', $text));
}

foreach ($arquivos as $arquivo) {
    if (basename($arquivo) == $arquivoSaida || strpos($arquivo, '.php') !== false) continue;

    if (($handle = fopen($arquivo, "r")) !== FALSE) {
        $cabecalho = fgetcsv($handle);

        if ($primeiroArquivo && $cabecalho) {
            fputcsv($fpOut, $cabecalho);
            $primeiroArquivo = false;
        }

        while (($data = fgetcsv($handle)) !== FALSE) {
            $linha = array_map('ultraFix', $data);
            
            // Pega o Display Name (5) e o E-mail (9 ou 25)
            $displayName = $linha[5] ?? '';
            $email = !empty($linha[9]) ? $linha[9] : ($linha[25] ?? '');

            // Se o nome estiver vazio, usa o e-mail como emergência
            if (empty($displayName)) {
                $displayName = $email;
            }

            // COPIA Display Name para First Name (índice 1)
            $linha[5] = $displayName;
            $linha[1] = $displayName;

            // Filtro de Duplicados
            if (!empty($email)) {
                if (isset($emailsProcessados[$email])) continue;
                $emailsProcessados[$email] = true;
            }

            fputcsv($fpOut, $linha);
        }
        fclose($handle);
    }
}

fclose($fpOut);
echo "Arquivo unificado com sucesso e pronto para o OFFICE 365!\n";

Como sair da página de conexão insegura do Chrome/Brave e afins

Tu não vai acreditar nessa dica!

Esses dias precisei forçar a saída da página de erro de HSTS do meu navegador, pois estava navegando através do WSL local da minha máquina e não conseguia acessar o painel para desabilitar o SSL ou instalar um certificado. Até que, depois de pesquisar nas interwebs da vida, encontrei essa dica em um site gringo:

“Basta você digitar thisisunsafe  na tela (em qualquer lugar) e a página é carregada.”

Eu achei que era mentira, mas deu certo.

Então, fica a dica!

DOWNLOAD LINK

O HP USB Disk Storage Format Tool é uma ferramenta poderosa e essencial para usuários que necessitam formatar dispositivos de armazenamento USB de maneira eficiente e segura. Desenvolvido pela HP Inc., este software se destaca pela sua simplicidade de uso e pela robustez das suas funcionalidades.

Para começar, o HP USB Disk Storage Format Tool oferece suporte abrangente para uma ampla variedade de dispositivos de armazenamento USB, incluindo pen drives, cartões de memória e discos externos. Ele permite formatar esses dispositivos em diferentes sistemas de arquivos, como FAT32 e NTFS, adequando-se às necessidades específicas do usuário. A interface do programa é intuitiva, o que facilita até mesmo para aqueles que não têm muita experiência técnica.

Uma das características mais valorizadas deste software é a sua capacidade de formatar dispositivos USB de grande capacidade de armazenamento de maneira rápida e eficiente, garantindo a integridade dos dados durante o processo. Isso é crucial para quem trabalha com grandes volumes de informações e precisa manter a confiabilidade e a segurança dos dados armazenados.

Além disso, o HP USB Disk Storage Format Tool é uma ferramenta versátil que vai além da simples formatação. Ele também oferece opções avançadas de formatação, como a criação de partições em dispositivos de armazenamento, o que pode ser útil para organizar melhor o espaço disponível ou preparar o dispositivo para uso com sistemas operacionais específicos.

Outro aspecto positivo é a compatibilidade com diferentes versões do sistema operacional Windows, desde o Windows XP até versões mais recentes como o Windows 10, o que garante que uma ampla gama de usuários possa se beneficiar das funcionalidades do software sem preocupações com incompatibilidades.

A confiabilidade e a eficiência do HP USB Disk Storage Format Tool tornam-no uma escolha popular entre profissionais de TI, técnicos de suporte e usuários domésticos que precisam gerenciar seus dispositivos USB de forma eficaz. Com atualizações periódicas e suporte contínuo da HP, é uma ferramenta que continua a evoluir para atender às demandas em constante mudança do ambiente digital atual.

Em resumo, o HP USB Disk Storage Format Tool é muito mais do que apenas uma ferramenta de formatação de USB. É uma solução abrangente e confiável para gerenciar dispositivos de armazenamento USB, oferecendo segurança, eficiência e facilidade de uso em um pacote acessível para todos os tipos de usuários.

Integração datalogger (Campbell CP-350, CP-500, CP-800) com GSM

Como forma de resolver a conectividade de estações hidrometeorológicas dispostas na bacia do São Gonçalo, desenvolvi (em 2018) junto a equipe da Engenharia Hídrica da UFPel um software capaz de comandar uma interface GSM (através do protocolo AT), que conecta a rede de dados e faz o envio dos logs gerados pelo Campbell datalogger para um servidor remoto.

O software é embarcado dentro do próprio datalogger em linguagem CR BASIC, que faz a leitura dos sensores do aparelho, o tratamento dos dados e, em paralelo, o envio para o servidor remoto disposto em um servidor da universidade (webservice).

Para receber os dados, criamos um plugin para WordPress que estabelece uma interface JSON capaz de receber os dados do datalogger e inserí-los em uma tabela local (MySQL). Outro plugin é responsável pela listagem desses dados para os usuários cadastrados no site.

Manual e Software R2100

A R2100 agora é Super ! Interface capaz de controlar até 4 rádios sendo 2 Links e 2 para Repetição
local Tx/Rx, com simples conexão aos rádios podendo ser utilizada qualquer marca ou modelo de
rádio móvel ou fixo.


Substitui com inúmeras vantagens interfaces mais simples e repetidoras feitas sem controladora com
ligação direta via cabo.


Uso com diversas marcas de rádios: Motorola, HYT, Vertex, Icom, etc.


Fornecida em gabinete para colocação em padrão GR300 e similares do mercado nacional.
A Interface Controladora de Repetidora R2100SUPER destina-se ao uso em sistemas nos quais o
usuário deseja manter controle total sobre os parâmetros da repetidora sob seu uso, permitindo
programação via rádio, indo muito além das simples interfaces que somente combinam áudio e PTT
dos rádios de transmissão e recepção.


Especialmente projetada para uso em sistemas comerciais de uso profissional, a R2100SUPER tem a
maior gama de recursos como veremos na próxima seção.


Temos também, a flexibilidade de ligação com qualquer marca ou modelo de rádio podendo ser usada
em sistemas já em funcionamento para melhorar sua performance e recursos.


Com suas saídas para Rádios de Link, podemos conectar até dois rádios que permitirão a ligação
entre duas ou mais repetidoras como por exemplo, temos uma repetidora na cidade A e outra na cidade
B, cada grupo de usuários conversa entre si e, através do rádio de link, o sinal é transmitido da cidade
A para a cidade B permitindo assim uma conversação entre os usuários das duas repetidoras ou
somente localmente em cada cidade, mesmo quando o sistema de link estiver conectado, o usuário do
sistema poderá, através de senha, desabilitar o Link falando assim localmente usando somente sua
repetidora.

Manual e software da controladora de repetidora SmartRadio R2100

Download do manual

Download do software

Manual da versão R2100 ADVANCE

Ventilador Arno Ultimate travando

Hoje o assunto não tem a ver com informática ou radioamadorismo, senta aí que lá vem história. Após pouco mais de um ano de uso, meu ventilador Arno Ultimate começou a travar na partida, simplesmente tentava mas não girava. Entrei em contato com a Arno e me enviaram para uma assistência autorizada, ao custo de quase 300 Reais para substituição da placa eletrônica dele, um absurdo, pois o ventilador novo custa em média 400 Reais. Fui então para a internet e, pareceu ser um problema comum nesse ventilador, todos (adivinha) após um ano e um pouquinho apresentam esse problema. Fiz contato com a Arno novamente, que lavou as mãos, diz que empreende qualidade em todos produtos que fabrica (ahram, sei!) e blábláblá.

Fui então colocar em prática meus dotes eletrônicos, abri o ventilador e logo me deparei com dois capacitores que são responsáveis pela partida do ventilador, com valores muito diferentes do que deveriam ter.

Capacitores de partida retirados da placa (os outros eletrolíticos não são importantes, foi apenas para testa-los)

Fui então até às lojas de componentes eletrônicos locais e adivinha, necas pitibiriba! Essas peças do chinês não tem por aqui não. Como não sou um AS da eletrônica, fiquei receoso de substituir os capacitores por outros que não fossem os mesmos, mas conversando com amigos e colegas radioamadores, que conhecem bem mais de eletrônica do que eu (Obrigado Antônio Harter, Carlos Salagnac e Júlio), disseram que não teria problema algum uma pequena diferença em um capacitor similar. Comprei então dois capacitores eletrolíticos (de partida) próximos ao original (330uf) e coloquei no lugar.

O resultado é que economizei 293,00 Reais:

Espero que isso sirva para você também!

Deixe seu comentário se deu certo.

Download do Windows 7 Original

Link para download direto do site da Microsoft para os instaladores do Windows 7 ORIGINAL:

Windows 7 Home Premium (32 bits)

https://download.microsoft.com/download/E/D/A/EDA6B508-7663-4E30-86F9-949932F443D0/7601.24214.180801-1700.win7sp1_ldr_escrow_CLIENT_HOMEPREMIUM_x86FRE_en-us.iso

Windows 7 Home Premium (64 bits)

https://download.microsoft.com/download/E/A/8/EA804D86-C3DF-4719-9966-6A66C9306598/7601.24214.180801-1700.win7sp1_ldr_escrow_CLIENT_HOMEPREMIUM_x64FRE_en-us.iso

Windows 7 Professional (32 bits)

https://download.microsoft.com/download/C/0/6/C067D0CD-3785-4727-898E-60DC3120BB14/7601.24214.180801-1700.win7sp1_ldr_escrow_CLIENT_PROFESSIONAL_x86FRE_en-us.iso

Windows 7 Professional (64 bits)

https://download.microsoft.com/download/C/0/6/C067D0CD-3785-4727-898E-60DC3120BB14/7601.24214.180801-1700.win7sp1_ldr_escrow_CLIENT_PROFESSIONAL_x86FRE_en-us.iso

Windows 7 Ultimate (32 bits)

https://download.microsoft.com/download/1/E/6/1E6B4803-DD2A-49DF-8468-69C0E6E36218/7601.24214.180801-1700.win7sp1_ldr_escrow_CLIENT_ULTIMATE_x86FRE_en-us.iso

Windows 7 Ultimate (64 bits)

https://download.microsoft.com/download/5/1/9/5195A765-3A41-4A72-87D8-200D897CBE21/7601.24214.180801-1700.win7sp1_ldr_escrow_CLIENT_ULTIMATE_x64FRE_en-us.iso

Instalando software original você previne seu computador de ser infectado através de softwares maliciosos inseridos dentro do instalador do sistema operacional. Instale somente softwares originais.

Dell Mousepad (touch) não funciona – Update Windows 11 – HID I2C

Olá pessoal, hoje veio compartilhar mais uma dica de manutenção de computadores com vocês, já vi que muitos estão com esse mesmo problema do mousepad no Windows 11, então decidi publicar aqui como solucionei no meu notebook.

Tenho um notebook Dell Inspiron, que após a atualização para o Windows 11, simplesmente deixou de funcionar o touchpad (mousepad). Entrando no gerenciador de dispositivos, vi que havia um componente chamado Dispositivo HID I2C que, intermitentemente, estava apresentando falhas, como na imagem:

Pesquisando na internet encontrei diversas dicas, no site da própria Dell, no site da Microsoft, entre outros, mas nenhuma solucionou o meu notebook.

Desesperado já com a situação, andando com um mouse bluetooth para todo o lado, resolvi me debruçar sobre o problema e pesquisar um pouco mais a fundo uma solução de verdade. Pois bem, foi em um site gringo que encontrei e, agora, quero compartilhar com vocês.

Solução

Você precisa atualizar o driver após a atualização do Windows 11, não do dispositivo HID I2C – Que eu já tinha tentado atualizar diversas vezes – mas do touchpad.

Se o seu notebook é Dell também, baixe esse driver (download) no site do TechSpot e descompacte em uma pasta qualquer, caso contrário, procure o driver Synaptic do seu dispositivo.

Selecione o dispositivo Mouse compatível com PS/2 dentro de “Mouse e outros dispositivos apontadores”

Atualize o driver manualmente com os arquivos baixados do driver e voilà!

Se funcionar pra você, deixe um like no vídeo do amigo que compartilhou a solução e compartilhe essa dica nas suas redes 🙂